quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Justo?


Atitude pode atrapalhar a luta contra o HPV, assim como a "satanização" da camisinha já atrapalhou a luta contra o HIV

Simplesmente revoltante.

Deputado diz que quilombolas, índios e gays são "tudo que não presta"

O deputado Gaúcho Luis Carlos Heinze, foi alvo de críticas nas redes sociais e também da ONG Greenpeace, devido ao seu discurso PRECONCEITUOSO, RACISTA e repulsivo, que chegou a classificar, em sua fala, quilombolas, índios, gays e lésbicas como “tudo que não presta”. 
O acontecimento não é muito recente, aconteceu no dia 29 de novembro de 2013, porém, o vídeo só foi divulgado ontem (12/02/2014) e está visivelmente editado em trechos de falas dos deputados.
http://www.youtube.com/watch?v=PjcUOQbuvXU&noredirect=1
A organização não governamental Greenpeace se manifestou em nota em seu próprio site, dizendo: “incitam a violência contra lideranças indígenas que tentam retomar suas terras invadidas por fazendeiros, grileiros e madeireiros, como também insultam gays e lésbicas, e reforçam o discurso inverossímil acerca da demarcação de terras indígenas para o público de produtores rurais”.
O partido do deputado (PP), também se manifestou dizendo que não compartilha qualquer manifestação preconceituosa ou que incentive a violência.
Dizer isso depois que a merda já foi feita é fácil.
O resumo de tudo isso é que temos um DEPUTADO de merda que cospe no prato que come, até porque é dos meus impostos de lésbica, do trabalho de índios, e da mão de obra de negros, que certos vagabundos sobrevivem.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

MOVIMENTOS ESTUDANTIS TEM FORÇA - PARTE 10 (FINAL): Revolução dos 0,20 centavos

O mês de junho de 2013 foi marcado pelo início de uma onda de manifestações. As primeiras mobilizações aconteceram em São Paulo, organizadas pelo Movimento Passe Livre. Após duas semanas de passeatas pelo Brasil, até mesmo lideres de outros países aderiram as ideias previsas em pauta. Os governos de São Paulo e de outras cidades recuaram e anunciaram a redução do valor das tarifas. As passeatas não tinham só a redução de tarifa como objetivo, também pregavam vários pensamentos, como a saída de parlamentares do poder, a realização de leis que nunca foram cumpridas, entre outros assuntos. Ao ver de muitas pessoas os movimentos populacionais não deveriam ter parado, até porque, pouca coisa foi resolvida até então. Mais uma vez os governos apenas prometeram, e não se dedicaram a cumprir coisa alguma. Isso porque os governantes apenas queriam que a poeira abaixasse e o povo cansasse, e foi o que INFELIZMENTE acabou acontecendo.

Simplesmente uma organização populacional histórica, eu como uma das pessoas que fez questão de participar dos atos PACÍFICOS de revolução nas respectivas cidades, terei orgulho de falar que eu lutei pelo meu país e pela minha cidade.

Porém, os pensamentos são muito divergentes entre as pessoas, alguns foram para protestas, lutar por direitos, dar a cara a tapa, enfrentar os burgueses. Já outros foram simplesmente para vandalizar, destruir patrimônios públicos e privados e principalmente para queimar a cara da maioria.

MOVIMENTOS ESTUDANTIS TEM FORÇA - PARTE 9: Greve nacional de professores

Pelo menos 92 instituições federais de ensino (Universidades e Institutos de educação básica, profissional e tecnológica) aderiram à greve nacional de professores, iniciada em maio. Os docentes reivindicavam, entre outras coisas, mudança do plano de carreira, aumentos salariais e que a dedicação exclusiva se torne o regime preferencial de trabalho. A greve durou quase quatro meses e contou com protestos de alunos e professores

MOVIMENTOS ESTUDANTIS TEM FORÇA - PARTE 8:Revolta da Catraca

Após conseguirem barrar o reajuste da tarifa em julho de 2004, os estudantes de Florianópolis organizaram manifestações contra um reajuste médio de 8,8% nas passagens. A mobilização foi marcada por forte repressão da polícia e teve participação do Movimento Passe Livre, movimento social que defende a adoção da tarifa zero para o transporte público

MOVIMENTOS ESTUDANTIS TEM FORÇA - PARTE 7: Revolta do buzu

Após o aumento da tarifa do transporte público municipal de R$ 1,30 para R$ 1,50 manifestantes saíram às ruas em Salvador (BA). O segundo dia de manifestação reuniu cerca de 15 mil estudantes, principalmente secundaristas. Ao final, a tarifa não foi reduzida, no entanto a prefeitura concordou em congelar o valor por um ano; meia passagem aos finais de semana, feriado e férias; e meia passagem para os estudantes de cursos pré-vestibulares, supletivos e pós-graduação